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A Produfix S.E.Q. S/A era um poll de empresas voltadas a fabricação de equipamentos e consumíveis para o segmento de etiquetagem industrial e comercial. A fabricação de impressoras matriciais de 40 colunas era um acessório para a venda do principal produto que era a etiqueta. Com a entrada, no mercado nacional, das impressoras de código de barras, a empresa começou a se desmembrar, surgindo então a Softprint que passou a ser o suporte técnico às impressoras em âmbito nacional.
Tendo em vista as características peculiares do negócio, para clientes de grande porte eram oferecidas as impressoras em regime de comodato para que houvesse o consumo das etiquetas, aplicadores, grampos e outros. Isso gerava uma grande demanda de serviços técnicos, visto a característica dos diversos sistemas de impressão utilizados. Além desta demanda, haviam também os pequenos e médios clientes comerciais como também os do segmento industrial.
Inicialmente a Produfix optou por trabalhar com uma rede de assistência técnica composta por empresas do segmento de informática. Logo percebi que este modelo não apresentava a qualidade necessária para os atendimentos o que causava uma série de retrabalhos por outras redes autorizadas, o que por sua vez, elevava o custo desta manutenção, remunerada pela própria Produfix.
Depois de algumas visitas, auditorias e levantamento dos custos do depto. técnico, apresentei a proposta para que o atendimento destes clientes, fosse feito diretamente pela empresa de forma preditiva e não mais corretiva. Esta ação refletiu positivamente nos grandes clientes, trazendo tranquilidade a eles e a geração de uma nova fonte de receita oriunda das peças trocadas pela equipe técnica, pagando assim o investimento necessário.
Fora do estado de São Paulo, o problema foi resolvido com a contratação e treinamento de estagiários do curso técnico em eletrônica, dando-lhes treinamento, suporte técnico telefônico quando necessário, bip’s para que o cliente os localizasse rapidamente, além do fornecimento de sobressalentes para reposição imediata e troca destes via correios.
A cada 6 meses era feita por mim, uma visita técnica a todos os grandes clientes do Brasil para vistoria e manutenção dos equipamentos.
Também foi, por mim desenvolvido, um software para controle dos atendimento técnicos. Neste software, pelo serial do equipamento, conseguia detectar atendimentos feitos em duplicidade, dentro do período de garantia da rede autorizada, defeitos repetitivos, as vezes causados por lotes de componentes fornecidos com defeito à produção ou problemas de engenharia e muitos outros detalhes que ajudaram a diminuir o custo do depto e melhorar o produto.
Após a entrada, no mercado, das impressoras de código de barras, a empresa se desmembrou e passei a trabalhar como um centro técnico autorizado. A nossa rede credenciada diminuiu e todos os clientes foram orientados a fazer suas solicitações diretamente com a Softprint e quando necessário, era por mim acionada uma das credenciadas para o atendimento específico.