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O parque de automação de uma indústria de tintas assemelha-se muito ao setor de envaze de uma fábrica de óleo, o que me deixava muito tranquilo na função de supervisor de automação. Minha tarefa era manter a equipe de 03 técnicos trabalhando em turno, em sincronia.
Os equipamentos, além do CLP que controlava o processo de batelada na fabricação das tintas, o maior desafio era o envase das latas de tintas. Também era da responsabilidade da equipe de automação, a manutenção dos computadores e impressoras da empresa e da central telefônica e de fax.
Minha primeira providência foi conhecer o volume de serviço real e as habilidades individuais de cada integrante, desta forma pude distribuir as tarefas com vista nos horários necessários para a produção e administração, deixando as tarefas de programação da central e CLP para serem implantadas no horário noturno, assim como o atendimento aos equipamentos de informatica, reservando o dia para a manutenção da automação industrial.
Muito embora tenha ficado um curto período de tempo nesta empresa, o destaque foi a reforma das mesas de envase utilizando as mesmas técnicas anteriormente aprendidas na indústria de óleo. Foram retirados os controladores antigos e implantado o Jaguar da Toledo. Tal equipamento é um CLP dedicado a sistemas de pesagem rápido. No software de controle trabalhei com envaze grosso, até 90% do volume e fino nos últimos 10% garantindo assim a rapidez e precisão no enchimento das latas.